Lá o circo grita, sinto solidão.
Fico só entre o palhaço rico e o pobre,
procurando em migalhas a sua mão.
Como poderia aceitar meu perdão?
Sonho com um sorriso em minhas lágrimas.
As lembranças de um trapézio em monção.
Estranho vazio, eco de uma saudade,
daquele circo no fundo do mar.
Não sei mais o que quero, nem se quero.
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